Orgulho!

Orgulho!

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

'Sejamos alegres enquanto é tempo'

Johannes Brahms (1833 - 1897)
'Sejamos alegres enquanto é tempo'

Breslau/Wroclaw


sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

ABAIXO-ASSINADO - COLABORE!




Imagens clicadas por Renato Thomsen

'O Príncipe dos Observadores'



 Johann Friedrich Theodor Müller, o 'Príncipe dos Observadores', nasceu em Erfurt, Alemanha, no ano de 1822. Chegou em Blumenau, SC, em 1852 e parece ter sido um dos maiores e ao mesmo tempo desconhecidos pesquisadores do século XIX. Discípulo de Darwin, mantinha estreita correspondência com este, de quem recebeu o título supracitado. Müller faleceu em Blumenau e nesta cidade existe hoje o Museu de Ecologia que leva o seu nome.

Museu de Ecologia Fritz Müller, Blumenau, Santa Catarina

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Eva Cassidy - Autumn Leaves

Eva partiu cedo e nos legou lindas e inesquecíveis interpretações!


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Walachai no 'Ano da Alemanha no Brasil'

DOCUMENTÁRIO WALACHAI
'BRILHANDO'
Texto publicado no 'Segundo Caderno' do Jornal Zero Hora
Data: 27.11.2012
Roger Lerina
Colaboração: Ricardo Baumhardt

 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

CASA DE PASSAGEM

'Um dos ' projetos do Hospital de Caridade e Beneficência
Arquivo: Ilsa Ribeiro



quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Espeto 'esperto' nos idos de 1934, Linha Contenda

Visita à D. Finoca Carvalho Bernardes na Linha Contenda, Rincão da Porta.
O espeto bem esperto parece ser a grande atração do encontro acontecido
nos idos de 10 de fevereiro de 1934
Acervo pessoal



sábado, 29 de setembro de 2012

D. Pedro II passou ou não passou pela Ponte de Pedra?

A foto da Ponte de Pedra é do Renato Thomsen e a de D. Pedro II é de Marc Ferrez

O texto é do Jornal 'O Correio', porém no recorte não consta a data.
O texto provém de um rico material da professora Ione M. S. Carlos

... E então? Passou ou não passou?

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Pausa para saborear uma melancia ...

Consta atrás:
Leontino Bartmann com bandoneon.
O caminhão também usado como veículo de passageiros pertencia ao tio Affonso Bartmann*
Foto 1927
* Tio do meu pai, Carlos Augusto (de camisa branca à direita), irmão da mãe de Carlos, Marie Antoinette, minha avó paterna
Affonso 'Alfons' Bartmann teve sete filhos: Leontino Lindolfo (o rapaz do bandoneon), Mario Aldonivo, Arnaldo, Almiro, Herta, Lauro e Márcia**.
** Uma das filhas de Márcia chama-se Marlene Friedrich Figueiró, professora, casada com Rômulo Figueiró, um dos proprietários da Fazenda farroupilha Lajeado, cuja história foi publicada no Jornal do Povo no dia 20 de setembro de 2012.

Na foto de 1917 ou 1918, o menino do bandoneon aparece ao lado do seu avô, o imigrante Jacob Moritz August Bartmann e da irmã, Hertha Bartmann (a menina de chiquinhas). 
Jacob nasceu em 1834 em Weilburg an der Lahn e era casado com Margaretha Weirich, nascida em 1844 e também nascida em Weilburg.

A Linha Contenda ou Rincão da Porta compõe uma área de colonização conhecida como Colônia Santo Ângelo da qual fizeram parte os atuais municípios de Agudo, Paraíso do Sul, parte de D. Francisca e Cachoeira do Sul.
Foi uma antiga colônia oficial  organizada pelo governo da Província de São Pedro do Rio Grando do Sul com o apoio do Império. A sua fundação foi decretada pela lei Provincial de 30 de novembro de 1855. Entretanto, seu povoamento só foi iniciado em 1857.

Fonte: História da Colônia Santo Ângelo, William Werlang

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Jornal Correio do Povo

Juremir Machado da Silva

ANO 117 Nº 361 - PORTO ALEGRE, TERÇA-FEIRA, 25 DE SETEMBRO DE 2012


Grupo Cicloativado de Cachoeira do Sul

DIA MUNDIAL SEM CARRO

Foto: cortesia Rodrigo Carlos (como o Rodrigo também está na foto, outra pessoa clicou o grupo)

FUTURO DO PRETÉRITO

Porto Alegre rodou para frente. Começou a alugar bicicletas, como fazem grandes cidades europeias. O futuro está no passado: trens, bicicletas, barcos, bondes, sol, natureza. Precisamos deixar a era JK para trás. O tempo do automóvel e do rodoviarismo caducou. Vivi quase seis anos em Paris e não sei onde fica a estação rodoviária da cidade. Conheço bem as suas seis estações ferroviárias. A capital francesa orgulha-se de não ter uma só residência a mais de 500 metros de uma boca de metrô. Esses europeus sempre foram muito chatos. Começaram a construir metrôs subterrâneos ainda no século XIX, quando se andava de carroça. Andam de bicicleta pela saúde e pela facilidade.

De quebra, não colocam motores nas bicicletas. Os franceses não chamam bicicleta de bike. É só vélo.

- On va faire du vélo pour maigrir.

Assim mesmo: andar de bicicleta para emagrecer. Por aqui, ainda temos preconceitos, e os motoristas, com seus 4 x 4 absurdos e inúteis para a vida urbana, acham-se os donos das ruas. Há pouco, Porto Alegre fez uma grande descoberta: o rio Guaíba. Ressurgiu o transporte de barco entre a Capital e a cidade de Guaíba. A ideia foi tão revolucionária que está sendo ampliada para nossos bairros. Faz alguns anos, moderno era andar de ônibus e levar o dobro do tempo. Eu sou a favor de multa pesada para quem ocupa sozinho um carro em horário de pico. Quanto maior o carro, maior a multa. As pistas devem servir preferencialmente para transportes coletivos e limpos. Em quatro pistas, uma poderia ser destinada aos carros particulares. Na bucha.

Mesmo a Europa ainda está atrasada em relação a tudo isso. Vai acelerar. Alguns dos nossos motoristas sentem-se ultrajados por ter de dividir o espaço das ruas com bicicletas. Acham que bicicleta é coisa de pobre. O mesmo pensam os ricaços paulistanos e cariocas do metrô. Só gostam de subterrâneo em Paris, Londres e Nova Iorque. Aí é chique, fashion, choque. Porto Alegre cansou de ser moderna. Agora quer ser hipermoderna. A hipermodernidade é a bicicleta, o metrô, o barco, o deslocamento a pé, as energias limpas, o uso do corpo para se mexer. Para avançar, temos de recuar. Tudo aquilo que foi enterrado como anacrônico, reaparece como solução. Até o piquenique, que os europeus nunca desdenharam, está voltando aqui. Brasileiros achavam que era um baita mico.

A pós-modernidade condenou o cigarro, as caçadas e uma série de preconceitos. Abriu os armários. A hipermodernidade é um novo estágio que não dá mole para combustíveis fósseis, bullying, humor racista e outras sacanagens do gênero. Triunfo do politicamente correto? Em parte. Vitória da idiotice? Só se incomoda mesmo com o politicamente correto quem se beneficiava da incorreção, quem tinha poder ou força para humilhar os outros. A principal característica da hipermodernidade é a redefinição do espaço urbano: uma nova ocupação das ruas, o fim do reinado absolutista ditatorial do automóvel.

Juremir Machado da Silva | juremir@correiodopovo.com.br

sábado, 22 de setembro de 2012

Um clássico de 100 anos!


Fragmento: jornal Correio do Povo, sexta-feira, dia 21 de setembro de 2012

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

400 anos da Dinastia Romanov - Postal Antigo


Este postal do Império Russo completará 100 anos em 2013. Guardado pela minha mãe durante muitos anos, não sei como chegou até as mãos dela, só sei como chegou até as minhas ... Datado de 1913, é comemorativo aos 300 anos da Dinastia Romanov, e só três anos antes do estouro da Revolução Russa. No centro do postal, da esquerda para a direita, Ivan, o Terrível (1530-1584), o príncipe Alexei (1904-1918) e seu pai, o czar Nicolau II (1868-1918). Alexei, suas quatro irmãs, a mãe, o pai, o médico da família, um servo e uma camareira foram assassinados pelos bolcheviques em 17 de julho de 1918, nos Urais.

OS HOMENS DE PRETO - OS GAUDÉRIOS.mpeg